A não cumulatividade plena dos novos tributos sobre consumo (IBS e CBS), que começa a vigorar em fase de testes, está mudando o cálculo de custos das empresas brasileiras.
Ao contrário da folha de pagamento CLT, que não gera créditos, a contratação de serviços via terceirização permite que o IBS/CBS pago ao prestador seja apropriado como crédito pela empresa contratante, criando uma oportunidade real de otimização tributária e redução da carga efetiva.
Renato Pádua, gerente comercial e de operações da RH NOSSA, diz que empresas consolidadas, com estruturas maduras de governança, estão avaliando com maior atenção a terceirização de atividades-meio (e em alguns casos, atividades-fim):
“Quem já opera com alto padrão de compliance, a terceirização se torna ainda mais estratégica. Combina a possibilidade de gerar créditos tributários com a expertise de fornecedores especializados, garantindo qualidade, agilidade e redução de riscos operacionais. O segredo está na escolha de parceiros consolidados, com processos robustos e contratos bem estruturados” conta.
Áreas como RH, TI, logística, contabilidade e facilities devem ser as mais procuradas com a reforma. Além do benefício fiscal, o modelo oferece maior flexibilidade para ajustar o tamanho da equipe conforme a demanda, sem os encargos fixos da contratação direta.
Nesse novo cenário, grandes e médias empresas tendem a priorizar fornecedores de serviços que ofereçam transparência fiscal, regularidade e capacidade de entrega escalável. Isso fortalece a terceirização feita de forma profissional, diferenciando-a de modelos informais ou de alto risco:
“Se antes ter um parceiro estratégico era essencial em épocas sazonais ou para projetos especiais, era essencial. Esse cenário agora torna-se permanente durante todo o ano e para diferentes projetos”, finaliza Pádua.
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- Ediney Giordani
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